Como demitir controladores de vôo

15/08/2007 14:26

reagan.jpgSeattle – Há exatos 26 anos, o então presidente Ronald Reagan desceu aos jardins da Casa Branca para bater o martelo: se cerca de 13 mil dos 17,5 mil controladores de vôo do Professional Air Traffic Controllers Organization (PATCO) não voltassem ao trabalho em 48 horas, seriam demitidos sumariamente e expulsos para sempre do serviço público.
Dois dias depois, os controladores esperaram que o velho cowboy piscasse, mas o que ocorreu foi surpreendente. Reagan demitiu, com uma só canetada, todos os controladores grevistas e mudou para sempre a história da aviação comercial e do movimento sindical nos Estados Unidos.
O presidente, que segundo se dizia à época não conseguia mascar chiclete e andar ao mesmo tempo, mas tinha consciência de seu poder e sabia utilizá-lo, aproveitou-se de uma lei de 1955 que proibia greves entre funcionários públicos federais, sob pena de multa e um ano de cadeia, para fazer o que fez.
Muitos funcionários de outros setores, como carteiros, já haviam parado. Mas num setor estratégico, responsável pela segurança de milhões de passageiros lá no céu, não se concebia uma paralisação. [Leia mais…]

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Nastrada - Direito de Sonhar

07/08/2007 12:01

capa_nastradaA distância entre o Rio de Janeiro e São Paulo é ignorada quando a vontade de fazer o som que gostam e viver da música que produzem é um objetivo. Humberto Alonso (vocais), Filipe Butanta (baixo), Yuri Homem (teclados), Luiss Lessa (bateria) e Vitor Mansur (guitarra) saíram de Niterói para mostrar o primeiro trabalho da banda Nastrada, o CD: “Direito de Sonhar”. No programa “Som pra Viagem”, eles falam sobre o começo da banda, influências e comentam suas composições.
Se você gostou acesse: www.bandanastrada.com.br
Apresentação: Gustavo Giusti
Edição: Eduardo Barbosa

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Um mórmon no poder

06/08/2007 18:45

mitt.jpgSeattle, Washington – Rico, bonito, empresário de sucesso, pai e marido exemplar, sem antecedentes criminais (nem multa por velocidade), republicano e mórmon. O ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney, 60 anos, o homem que salvou as Olimpíadas de Salt Lake City em 2002 e fez fortuna com a firma de investimentos Bain Capital, é um dos candidatos mais afluentes entre os republicanos para a sucessão de George Bush – a ponto de ter sido capa de praticamente todas as revistas de negócios desde que o ano começou.
Romney, no entanto, peca por ser mórmon. O país está cansado da mistura entre Igreja e Estado que os neoconservadores encabeçados por Bush promoveram nos últimos anos, a ponto de levarem o país a uma guerra fratricida e sem sentido no Iraque só para satisfazer ao complexo industrial militar. Os mórmons pertencem à religião que mais cresce nos Estados Unidos, embora seja mais conhecida entre outros credos por abrigar entre seus devotos os chamados casamentos múltiplos (um homem, às vezes com dezenas de esposas), especialmente em regiões remotas do país.
Em todos os debates que participa, Mitt é confrontado com perguntas sobre a influência da religião no poder, especialmente na tomada de decisões que apaixonam os Estados Unidos atualmente, como a liberação de fundos federais para a pesquisa de células-tronco, direito ao aborto, casamentos entre homossexuais e outras conquistas (ou atrasos, segundo os neoconservadores) da sociedade norte-americana no fim do século passado. Mitt, como bom político, escorrega-se dos petardos com a firmeza de um quiabo, mas no final do dia, como todos sabem, o que vale é uma boa administração. [Leia mais…]

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Meu nome é Forrest Gump

30/07/2007 17:11

Puerto Vallarta, México – A vida imita a arte, e é por este motivo que o grupo Viacom está celebrando uma década de lucros com uma idéia nascida em um dos mais formidáveis filmes de todos os tempos: Forest Gump, ganhador de seis Oscars, inclusive de melhor ator para Tom Hanks.
Para quem não se lembra, Forrest vai à guerra do Vietnã e faz de Benjamin Buford “Bubba” (Mykelti Williamson), um negro que conhecia tudo sobre camarões e só falava sobre camarões, seu melhor amigo.
Bubba, que tinha um QI tão baixo quanto Gump, morre numa emboscada vietnamita. Forest volta como herói, fica famoso e cria a Bubba Gump Shrimp Co., entre outros projetos de sucesso que coincidem com os principais marcos da história recente dos Estados Unidos.
A Paramount, que distribui o filme e hoje pertence à Viacom , já ganhou quase um bilhão de dólares apenas como a exibição de Forrest, depois de ter investido míseros US$ 58 milhões. Mas, embalada pelo sucesso do filme entre uma legião de adoradores, criou no final de 1996 a rede temática de restaurantes que transformou-se uma máquina de ganhar dinheiro. [Leia mais…]

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Tema Trio – Das músicas dos Beatles à MPB

23/07/2007 20:19

sompraviagem.jpgJovens multiintrumentistas, os irmãos Marcelo e Eduardo Gripa e o amigo Tales Mistura foram os integrantes do Let It Be, grupo cover do mítico quarteto britânico, nascido em Liverpool. Beatlemaníacos de carteirinha, os rapazes com o passar do tempo foram pesquisando e se interessando por outros grupos e gêneros musiciais. O resultado é que hoje, Eduardo, Marcelo e Tales integram o Tema Trio. Para falar sobre a nova fase da carreira e seus projetos, o trio conversa com Deborah Izola no “Som Pra Viagem”.

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Enfim, o sonho da casa própria

23/07/2007 19:09

Seattle, Estados Unidos – Se você quer morar nos Estados Unidos, adora o clima das montanhas e tem dinheiro sobrando no bolso, aqui vai uma oportunidade única: o corretor Joshua Saslove acaba de colocar à venda o que vem a ser casa mais cara do mundo, em Aspen, Colorado, por US$ 135 milhões, sem descontos.
A mansão de 17 mil metros quadrados, um pouco maior que a Casa Branca, tem 15 quartos, 16 banheiros, salão de beleza (ao lado da suíte máster) e, segundo mediu o The New York Times, espaço suficiente para uma festa de 450 pessoas. São necessários 12 empregados para cuidar do bangalô.
O rancho Hala, que significa bem-vindo em árabe, pertence ao polêmico príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Bandar bin Sultan bin Adul Al Saud, ex-embaixador nos Estados Unidos de 1983 a 2005 e hoje secretário geral do Conselho de Segurança Nacional. Ele é filho bastardo do prínce Sultan bin Abdul Aziz e amigo íntimo dos Bush, pai e filho. [Leia mais…]

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Todos somos imigrantes

17/07/2007 16:24

Sunnyside, Washington– A não ser pelo homem de Neanderthal, que deve ter vivido e morrido sem abandonar as proximidades da caverna em que nasceu, todos nós somos imigrantes. Nossos antepassados (ou nós mesmos) singraram mares, cruzaram territórios no dorso de mulas ou foram para o aeroporto e pegaram o avião para um novo país, em busca do que todo mundo quer: segurança, dinheiro e felicidade, não necessariamente nesta ordem.
Nos Estados Unidos, o problema é que quem chegou antes – descendentes de ingleses, alemães e holandeses – está achando que os quase 20 milhões de imigrantes ilegais que aportaram aqui nos últimos anos são uma ameaça ao estilo de vida norte-americano e, particularmente, ao inglês como linguagem comum. Esquecem que, como na história do ovo e da galinha, o país só ainda cresce porque tem gente disposta a trabalhar por cinco dólares a hora – o que, em bom economês, significa ganhos de produtividade.
Morar aqui é ter um vizinho de Taiwan, um encanador da Ucrânia, um taxista do Punjab, uma babá do Camboja, um garçom mexicano e um xerife da Etiópia. Todos tentam falar a língua de Shakespeare com exóticos sotaques, mas, ao mesmo tempo, celebram o Quatro de Julho, Dia da Independência, hasteando a bandeira nas janelas de suas casas. Sem eles, diz o vinicultor Terry Harrison, proprietário da vinícola Steppe Cellars aqui no deserto de Washington, “eu não poderia vender este Chardonnay a menos de 10 dólares a garrafa”. [Leia mais…]

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Paris Hilton faz dinheiro até no xadrez

22/06/2007 13:20

Seattle – Os Estados Unidos pararam na semana passada para assistir, impávidos, à herdeira dos Hotéis Hilton, Paris Hilton, 26 anos, voltar para uma minúscula cela na prisão feminina de Los Angeles, na Califórnia, onde cumprirá pena de 45 dias por dirigir bêbada. Paris já tinha sido encarcerada, mas ganhou prisão domiciliar (e coleira eletrônica) depois de se recusar a comer e entrar em depressão. Voltou para as grades chorando e gritando pela mãe.
Mais uma vez, Paris demonstrou sua capacidade para gerar mídia, como se ela e os paparazzi tivessem nascidos um para o outro. Todas as redes de TV – inclusive a cabo - colocaram helicópteros durante horas para filmar sua volta à prisão –e, novamente, provocar o debate sobre esta celebridade que se tornou famosa, em 2003, por fazer sexo com o namorado num vídeo distribuído à exaustão pelo Youtube.
A moça, que se não trabalhasse teria direito a US$ 1 bilhão de herança dos hotéis e da fortuna do pai, que é corretor de imóveis em West Hollywood, é uma máquina de fazer dinheiro: girou quase US$ 260 milhões em diferentes empreendimentos em 2006 e colocou no bolso cerca de US$ 7 milhões, tornando-se uma das pessoas do show business que mais faturou no ano passado. [Leia mais…]

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Swell - Onda perfeita e o som nervoso

19/06/2007 19:38

capa_swell.jpgQuem gosta de pegar onda sabe que o surf é mais do que um esporte, é um estilo de vida… Sol, praia, biquínis, ondas perfeitas, hardcore, punk, reggae, ska… assim é a banda Swell. Direto da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para o estúdio do PodCasting Brasil aqui em Sampa, Diego Aragão (voz e guitarra), Breno Aragon (baixo), Daniel Herz (bateria), Daniel “Zoreba” (sax) e Paulo Werneck (guitarra) apresentam no “Som pra Viagem”, o seu terceiro CD: Swell. Aumente o som do seu computador porque esses caras quebram tudo dentro e fora d’água, ou melhor, do palco.
Se você gostou acesse: www.bandaswell.com
Apresentação: Gustavo Giusti
Edição: Eduardo Barbosa

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O rato que ruge

12/06/2007 14:16

Seattle – Seu país está em crise, precisa de dinheiro, a popularidade está em baixa e seu poder está em jogo? Ameace os Estados Unidos ou Israel, seu histórico aliado. E não se esqueça de chamar a mídia e fazer barulho, muito barulho.
É o que fazem a Coréia do Norte, o Irã, a Venezuela e agora, revolvendo a extinta Guerra Fria, o presidente russo Vladimir Putin.
Como um menino mimado, e às vésperas da reunião do G8 na semana passada na Alemanha, Putin ameaçou apontar seus mísseis para o “mundo livre”, como eram chamados os países ocidentais no passado, caso os Estados Unidos insistam em instalar mísseis na Europa Oriental para evitar um possível ataque nuclear do Irã ou de qualquer país do Eixo do Mal (ou fora dele).
Com uma guerra de palavras, que dominou as manchetes de todo o mundo por uma semana, Putin colocou a Rússia, que hoje não passa de um elefante sentado em imensas reservas de petróleo, no radar dos acontecimentos. Do jeito que se gabava o Kremlin quando a União Soviética ainda existia.
Como a história é cíclica, e como os Estados Unidos serão os xerifes do mundo por muitos anos ainda, veremos cada vez mais os americanos como uma mescla de dominadores e reféns de países que, política ou economicamente, precisam deles para sobreviver. [Leia mais…]

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Al Gore Jr. - Presidente dos Estados Unidos?

05/06/2007 11:41

Renton, Washington – Finalmente surge uma luz na sonolenta, previsível e amontoada corrida presidencial nos Estados Unidos. O ex-vice-presidente norte-americano Alberto “Al” Gore Jr., o homem que construiu a Internet e há cinco anos percorre o planeta alertando para o derretimento das calotas globais, pode ser o próximo - e imbatível - candidato do Partido Democrata à Presidência, se depender de boa parte do eleitorado, das estrelas de Hollywood e de ícones da tecnologia, como Steve Jobs, dono da Apple.
Gore, que sofreu uma roubada da história quando perdeu no Colégio Eleitoral a eleição para George W. Bush em 2000, fato que até hoje não engoliu, é hoje o que se chama de unanimidade nacional, um sentimento que não aparece aqui desde John F. Kennedy e Martin Luther King. Sua apresentação em PowerPoint, Verdade Inconveniente, com a qual ganhou o Oscar de Melhor Documentário este ano, elevou-o ao favoritimismo para ganhar o Prêmio Nobel da Paz de 2007. Menestrel do aquecimento global, Gore acaba de ser capa da revista Time (“A Última Tentação de Gore”) pelo lançamento de seu novo livro, “O Assalto à Razão”. Só não assume a candidatura porque está faltando o voto de um eleitor: ele mesmo. [Leia mais…]

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O Homem que Matou o Facínora

30/05/2007 18:08

John Wayne, o cowboy valentão que o mundo aprendeu a respeitar em mais de 250 faroestes e filmes de guerra, faria 100 anos neste final de semana. O ator, morto em 1979 depois de um câncer no pulmão (chegou a fumar cinco maços de cigarro por dia), é lembrado até hoje porque, sem dotes artísticos, pois parecia fazer o mesmo personagem em todos os seus longas-metragens, mergulhou na extrema direita antes de morrer, numa época em que ser de direita, como se diz, pegava mal.
Nascemos e crescemos assistindo ao canastrão Wayne, com uma mão nas rédeas e outro no rifle, atirar nos bandidos, beijar as mocinhas e redimir as injustiças do Velho Oeste, um período entre 1865 e 1890 onde os aventureiros, respaldados pela Cavalaria, liquidaram os índios e tomaram conta das terras que chegavam até o Pacífico.
Para os críticos, e para o próprio Wayne, Stagecoach, ou “No Tempo das Diligências”, dirigido por John Ford (seu descobridor, professor, amigo e diretor) tornou-se seu melhor filme, o trampolim que o lançaria ao sucesso, a ponto de, no final dos anos 50, ser o ator melhor pago em Hollywood, uma espécie de Tom Cruise com 1,94 e mais de 120 quilos, só que ganhando apenas 600 mil dólares por atuação. [Leia mais…]

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Daniel Taubkin – Ode ao universo de movimentos, cores e sons

28/05/2007 14:29

capa_daniel_taubkin.jpgGravado sob a batuta do Paulo Lepetit e a produção a cargo de Emerson Villani (dos Titãs e Funk Como Le Gusta), o CD “Cinema de Rua”, de Daniel Taubkin, é o segundo que o artista paulistano lança pelo próprio selo, Organismo Vivo. O resultado é um álbum contagiante que conta com participações de músicos talentosos como os bateristas Gigante Brasil e Kuki Storlarski, o trumpetista Walmir Gil, os tecladistas Juliano Beccari e Marcelo Maita e as vozes de Aline Mel e Luísa Maita. No “Som Pra Viagem”, Daniel Taubkin fala, ainda, sobre seus álbuns anteriores, “Uma Beleza Estranha”, “A Picture of Your Life” (co-produzido por Roy Cicala) e “BrazSil”, considerado pelo crítico John Falstaff – da rede CNN e da revista “Creative Loafing” - como um dos dez destaques do ano, em 1998.

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O show do dinheiro

24/05/2007 15:57

Que os americanos sabem ganhar dinheiro como ninguém já se sabe. O que impressiona, no entanto, é que eles fazem isto sorrindo, se divertindo, batendo boca e gritando, no melhor estilo italiano. Basta assistir a um dos canais à cabo de maior sucesso nos Estados Unidos, a CNBC, da rede NBC, uma espécie de GloboNews misturada com Bloomberg TV cheia de gente bonita, atraente, de bem com a vida, mas que só fala em dinheiro, muito dinheiro.
A rede, cujos alguns programas são exibidos no Brasil, detém quase 80% do mercado televisivo dedicado as negócios, especialmente nas tvs que ficam ligadas nos mesões das corretoras e dos bancos. Reconhecida por passar incessantemente as cotações das ações no rodapé, os chamados tickers, a CNBC furou a imprensa de todo o mundo semana passada quando descobriu que Rupert Murdoch, o empresário australiano dono da Fox, fez uma oferta hostil para comprar o The Wall Street Journal por US$ 5 bilhões. [Leia mais…]

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Alexandre Grooves - Swing e sutileza

16/05/2007 19:27

capa_alexandre_grooves.jpgMais que um codinome, o Grooves que precede o Alexandre – que nasceu Bruner – revela a essência da música que esse jovem multi-instrumentista e cantor paulistano cria. Ex-integrante da banda Grooveria, o também compositor e arranjador aposta na carreira solo e lança um disco que mescla a MPB ao pop, de maneira singular. O CD de estréia, “Amanhã Eu Não Vou Trabalhar”, é repleto de swing e sutileza, além de trazer convidados ilustres, como Seu Jorge, Maurício Manieri e a cantora Céu. Para falar sobre o disco, suas influências e descobertas ao longo de doze anos de carreira, Alexandre Grooves é o nosso entrevistado no “Som Pra Viagem”.

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