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Raízes Brasileiras

raizes_brasileiras.jpgNo podcast desta semana, “Raízes Brasileiras” vamos falar um pouco de brasilidade. Um texto de Silvia De Lucca discute a invasão da cultura brasileira por estrangeirismos. Depois falamos do futebol brasileiro como cultura. E da dificuldade que o brasileiro tem em valorizar seus ídolos. E no final do programa, uma surpresa. A inédita interpretação de Eliezer Setton para o Hino Nacional. Duvido que você não se emocione… No programa temos ainda a participação de Patatiava do Assaré, Daniel Baremboin com Villa Lobos e Ary Barroso, Djavan cantando Edu Lobo e Chico Buarque. Um Café Brasil brasileiro. Com produção e apresentação de Luciano Pires.

Natal

noel_brasileiro.jpgO Podcast de hoje é especial de Natal. Era pra falar de músicas natalinas mas acabou falando é de música popular brasileira ao contar a história de Assis Valente, o amargurado e brilhante autor de algumas das melodias inesquecíveis que você canta desde pequenino, sabia? O programa começa com um petardo de Eliezer Setton, o Natal Nordestino, onde o pinheiro é um mandacaru. Vamos viajar pelas memórias de natais distantes, trazendo várias das pérolas natalinas compostas e/ou intepretadas por Blecaute, Assis Valente, Sim ao Som, Octavio Babo, Simone, Novos Baianos, Eliezer Setton, Sérgio Sá…. ho, ho ho… Feliz natal pra você, do Café Brasil. Produzido e apresentado por Luciano Pires.

Solidão

solidao.jpgO programa de hoje trata de SOLIDÃO. E abre com Fernando Pessoa: “Uma maior solidão / Lentamente se aproxima / Do meu triste coração. / Enevoa-se-me o ser / Como um olhar a cegar, / A cegar, a escurecer”. Tentaremos definir o que é solidão e monstrar, num texto delicioso de Rubem Alves como a solidão pode ser nossa amiga. Para dividir o cafezinho com a gente, teremos além de Fernando Pessoa e Rubem Alves, Chico Xavier ou Chico Buarque, Alceu Valença, Maria do Socorro, Sandra de Sá, Beth Carvalho com Paulinho da Viola, Carmen Silva, Jessé, Nietzche, Vinicius de Mores, Carlos Drummond de Andrade… é mole? Onde mais você encontra um time assim, hein? Só aqui, no Café Brasil. Produzido e apresentado por Luciano Pires.

Dezembros

lennon.jpgO Podcast desta semana começa com uma homenagem a John Lennon, que foi morto no dia 8 de dezembro de 1980. E aproveita para lembrar outros grandes nomes que também se foram em dezembro, como Nelson Rodrigues, Orlando Villas Boas e Clarice Lispector. Contando um pouco da história de cada um desses personagens, o programa viaja pelas músicas de Lennon, Fátima Lacerda, Zé Ramalho cantando Caetano Velloso e o grupo indígena Nhamandu Wera…Não, cê não ta ficando louco, não…cê ta no Café Brasil… E de lambuja, uma frase “daquelas” de Clarice Lispector para encerrar o programa: “Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível de fazer sentido. Eu não: Quero é uma verdade inventada”.
Produção e apresentação de Luciano Pires.

Massacre Cultural

massacre.jpgNo programa de hoje utilizamos um texto de Mauro Dias, que é crítico de música. Mauro publicou em 1999 no Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo um texto-desabafo onde discute a situação da música popular brasileira. O texto de 1999 é tristemente atual: “A música brasileira entrou, nos anos 90, num impressionante processo de decadência. Errado. A música brasileira continua, nos anos 90, boa como sempre. Há grandes compositores, cantores, instrumentistas. Mas não é possível dizer que estejam em atuação. Tentam atuar. Não têm onde. Tentam viver da arte - tolice. São dentistas, fiscais do INSS, professores, motoristas de táxi, balconistas, colunistas de jornais - essas atividades garantem a sobrevivência.(…) A música brasileira que toca nos rádios, na televisão, nos grandes palcos, nos estádios, nas festas de São João, no carnaval, nas convenções de criadores de gado é que está em decadência. E só ela que aparece. A outra música, a boa, existe, mas não aparece”.
O programa tem textos e músicas de Hermann Hesse, Lula Queiroga e Pedro Luis, Lucas Santtana, Marcio Faraco com Chico Buarque e Rafael Iasi. Música popular brasileira da melhor qualidade, mas que você não conhece. Produção e apresentação de Luciano Pires.

Certos Abraços

abracos.jpgO programa da semana foi todo feito com base em dois textos de Chico Rodrigues. O primeiro conta de sua admiração e encontro com Oscar Peterson, uma lenda do jazz. Primeiro num show, depois numa loja de discos e muito, muito tempo depois, num DVD recebido de presente. Chico fala do impacto de cada encontro, refletindo sobre o tempo e sobre como o destino nos prepara surpresas. O segundo texto fala de sua relação de patrão e amigo com Dona Neide, sua empregada, a partir de um filme: Domésticas. São textos emocionados, que tratam de pequenos detalhes que passam por nossas vidas sem que neles reparemos. Mas o Chico repara. A trilha sonora do programa é uma daquelas viagens que você só encontra aqui, no Café Brasil: Oscar Peterson, Joe Pass, João Bosco, Ceguinhas de Campina Grande, Ovelha, Nilton César, Ângelo Máximo, Junio Barreto… Só aqui…

Definição de Gaucho

gaucho.jpgNeste programa vamos tentar uma proeza: definir o gaúcho. Para isso, fomos buscar ajuda com autotres gaúchos. Um texto de Nilo Bairros Brum sobre as circunstâncias da aplicação da palavra “gaúcho” faz uma avaliação, digamos, científica. Em seguida, Walmir Ayala, escritor e poeta gaúcho nos relata numa lenda deliciosa como teria surgido o primeiro gaúcho. E para fechar, uma poesia de Antonio Augusto Fagundes discute se a modernidade matou o gaúcho ou não. E aida temos umas coisinhas de Mário Quintana… A trilha sonora é uma delícia, como os Almôndegas, Renato Borgetti com Sergio Napp e Mario Barbará, Gilberto Monteiro, Elis Regina, Quarteto Quitandinha com Lupiscínio Rodrigues, Pery Souza com Eduardo Martins e Faria Correa…Se você é gaúcho, vai se emocionar. E se não é, vai curtir um pouco de uma das mais ricas culturas que compõem o Brasil. Produção e apresentação de Luciano Pires.

A Gota

gota.jpgO programa de hoje começa com Rubem Alves e seu delicioso texto O Palhaço. Depois uma história real, que trata das dificuldades que as grandes corporações e seus processos globais têm de resolver os pequenos problemas. Se antigamente era só mandar consertar, hoje temos que fazer um chamado para o departamento (in)competente, esperar o comitê decidir, aguardar a chegada do terceirizado e esperar…esperar…esperar…. tudo em nome dos “processos globais” que estão acabando com a capacidade de execução de todos nós. E aproveitando o embalo, falamos também dos empreendimentos que crescem até tornarem-se inadministráveis. Além disso, temos Cecília Meireles e Maristela Moura. E uma trilha sonora deliciosa com Luhli que faz uma interpretação emocionada de “Fala”, composição sua que foi sucesso com os Secos e Molhados nos anos setenta. E até o Rei: Roberto Carlos dá uma passadinha pelo programa… Café Brasil.
Com produção e apresentação de Luciano Pires.

O Cheirinho

cheirinho.jpgO programa de hoje começa com uma reflexão de José Roberto Whitaker Penteado, chamada RABO PRESO, onde ele fala dos escândalos pelos quais o Brasil passa e da dificuldade de encontrar alguém que não tenha conflitos de interesses. Depois falamos da capacidade que certos cheiros têm de nos trazer lembranças. E perguntamos: pra você, qual é o cheiro do Brasil? E também falamos do Brasil esculachado no trato de suas memórias culturais. Na trilha - Milton Nascimento, Wagner Tiso, Chico Buarque, o balanço irresistível de Elza Soares com Wilson das Neves… e Sá e Guarabyra.

Gente Nutritiva

amizade.jpg“Li uma reportagem sobre a importância das amizades. Dizia-se que um indivíduo clonado seria completamente diferente de seu original, dependendo das amizades com as quais compartilhasse. Não tenho dúvidas que isso é verdade. E fico preocupado quando penso que as amizades que privamos, pelo menos enquanto somos jovens e estamos formando nosso caráter, surgem pelo acaso, seguindo um processo de seleção imaturo e pouco ligado nas conseqüências futuras dessas amizades”.
O programa Café Brasil de hoje trata de amizades e de pessoas “nutritivas”, aquele tipo de gente perto da qual todos gostamos de estar, sabe como é? E o programa começa filosofando com um provérbio japonês: Quando o caráter de uma pessoa não estiver claro para você, dê uma olhada nos amigos dela…
Neste programa temos a companhia de Sérgio Sá, Bartô Galeno, Ivan Lins e Victor Martins, Rubem Alves, Beto Guedes e Fernando Brandt. Sabe onde você encontra um time assim? No seu Café Brasil.